11 de março: 34 anos de Canonização de Paula Frassinetti

No dia 11 de março, vamos lembrar e celebrar o dia em que a Igreja reconheceu a santidade de Paula Frassinetti. Foi em 1984 que o Papa João Paulo II canonizou nossa fundadora, proclamando-a Santa Paula Frassinetti.

Na foto ao lado, vemos o Papa (hoje também reconhecido como Santo) com a italiana Maria Maccarone, que foi curada milagrosamente de um estágio grave de poliartrite reumática. Os depoimentos das testemunhas sobre a cura de Maria Maccarone foram decisivos para a canonização de Paula Frassinetti.

Paula já havia sido declarada Beata em 1930. Assim, alunos das escolas Doroteias até meados da década de 1980 estavam acostumados a rezar para a Beata Paula Frassinetti.

Além de trocar “Beata” por “Santa” nas invocações, o que mudou?

A canonização é um atestado pontifício, oficial da Igreja Católica, de que uma pessoa teve um vida virtuosa como modelo de santidade e de que, ao morrer, foi direto ao Céu.

A canonização é, portanto, um ato político, no sentido mais puro da palavra, ou seja, é um ato de influência social que visa o bem comum das pessoas. O Catecismo da Igreja Católica, em seu número 828, diz que:

“Ao canonizar certos fiéis, isto é, ao proclamar solenemente que esses fiéis praticaram heroicamente as virtudes e viveram na fidelidade à graça de Deus, a Igreja reconhece o poder do Espírito de santidade que está em si e sustenta a esperança dos fiéis, propondo-os como modelos e intercessores.”

Para nós, membros da grande família iniciada por Paula, é uma grande honra e alegria vê-la em todos os altares do mundo, reconhecida pelo que fez em vida e sendo intercessora de quem a busca.

Conhecendo sua história, encontramos uma “santa real”, alguém que consolidou sua santidade na fé, na determinação e na ação diária em benefício de quem precisava.

Assim, no dia 11 de março, todos são convidados a lembrar desse momento tão especial, em que houve o maior dos reconhecimentos: pela forma como viveu, Paula Frassinetti era uma verdadeira santa!